Carniçais e Humanos

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Carniçais e Humanos

Mensagem por Vladslav Liyundegwyr em Ter 02 Maio 2017, 09:44


Carniçais e Humanos
Os carniçais são divididos em 3 tipos, Independentes e Lacaios seguem a linha do primeiro tipo de sangue vampirico que receberam, os Revenantes a linha da Família que pertencem.

Lacaios

Estes carniçais são os mais leais a seus dominadores, já que muitos deles estão sob Laço de Sangue. Os lacaios realizam de imediato qualquer tarefa que seu senhor imponha, por mais humilhante ou prejudicial que seja.

Guarda-costas

- Os lacaios mais fortes e feios são escolhidos como guarda-costas de seus mestres vampíricos, protegendo seus dominadores em todos os momentos e agindo como porteiros e seguranças do refúgio. Muitos são felizes com estas tarefas: seus dominadores costumam lhes dar mais sangue do que a outros carniçais para assegurar suas aptidões físicas.

Especialistas

- Os lacaios mais sensatos, com talentos ou habilidades fora do comum, são usados como especialistas. Os vampiros recorrem muito a eles para que se ocupem dos aspectos dos assuntos com os quais não estão familiarizados, como contabilidade, hacking informático, investigação entre os mortais, acionistas e preparação de contratos (geralmente fraudulentos).
Às vezes, estes deveres incluem matar alguns humanos bisbilhoteiros ou carniçais rivais, mas os especialistas não se preocupam com isso conquanto tenham sua vitae.

Amantes

- Estes carniçais se consideram os mais afortunados de todos; afinal, dizem, não precisam brigar nem correr perigos por seus mestres. Quão errados estão. Os vampiros escolhem amantes unicamente por sua companhia. Nas noites boas, o amante recebe uma chuva de afeto, e a deliciosa vitae suficiente para alimentar todo um grupo de carniçais. Mas nas noites ruins, os amantes são espancados quase até a morte, mentalmente violados e sugados... e se espera deles que sorriam durante todo o processo, pois são os melhores amigos do mestre, e isso implica reafirmar constantemente a sua lealdade.
Um diferente tipo de amante é a isca. As iscas são carniçais escolhidos por suas atratividades físicas e charme: estes lacaios são enviados ao Curral, para que recolham vítimas desejáveis e as levem ao refúgio do dominador.

Independentes

Absolutamente opostos aos lacaios, os carniçais independentes são exatamente isso: independentes. Percorrem as ruas, trabalhando como "freelance" para diversos vampiros ou obtendo seu próprio sangue por meios não tão cômodos.

Caçadores

- Conhecedores das regras vampíricas, mas em absoluto submissos, estes carniçais caçam Membros para conseguir seu próprio fornecimento de sangue. Os caçadores de mais sucesso também agem como traficantes, vendendo vitae a outros carniçais em troca de dinheiro e favores. Tal estilo de vida é muito difícil de se manter; poucos caçadores sobrevivem mais de um ano ou dois, mas aqueles que o conseguem podem estar entre os mais duros dos mortais.

Intermediários

- Estes carniçais servem como gestores de vários vampiros, mas cuidam para que nunca fiquem sob Laço de Sangue a um dominador em particular. Os vampiros costumam usar intermediários quando estão sob vigilância de seus inimigos e não podem agir diretamente ou por meio de seus próprios servos. Os intermediários cumprem os encargos e fazem muito trabalho sujo entre os bastidores em troca de vitae vampírica.
Hábeis profissionais, os intermediários costumam ser mais fortes e alcançar melhores posições que os outros carniçais; visto que ingerem vitae de muitos clãs diferentes, eles têm acesso a mais Disciplinas do que os carniçais comuns.
Um tipo de intermediário particularmente repulsivo é o escravagista. Este carniçal tem um florescente negócio clandestino de carne humana, raptando mortais e os vendendo à vampiros. Alguns, (os que tem influência suficiente na sociedade mortal para fechar casos de vítimas desaparecidas e proporcionar vítimas "por demanda"), tem ficado extremamente ricos e poderosos.

Cultistas

- O Mundo das Trevas abriga muitas práticas estranhas, e existe no submundo vários cultos religiosos marginais baseados no sangue. Os cultistas adoram os Membros por seu sangue, mas tem a sorte de não estarem sob Laço de Sangue a nenhum vampiro de fato. Estes cultos costumam manter uma relação simbiôntica com seus "deuses" recebendo o "sacramento" em troca de favores.
Os vampiros tratam seus cultos como lhes convém: às vezes mimando-os, ou exterminando-os por completo quando necessário (por exemplo, quando suas atividades periféricas ameaçam a Máscara).

Pedantes

- Poucos e dispersos, os pedantes são contratados às vezes por vampiros da Camarilla como "instrutores de obediência" para os carniçais mais rebeldes e problemáticos. Não chegam a uma dezena nos Estados Unidos: a maioria são antigos criados do Inconnu que foram permitidos desertar.
São muito apreciados pelos vampiros da Camarilla, pois não mostram piedade por seus alunos.

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Vladslav Liyundegwyr

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Re: Carniçais e Humanos

Mensagem por Vladslav Liyundegwyr em Qua 03 Maio 2017, 08:17


Carniçais e Humanos

Revenantes

Leais ao Sabá, mas sem servir a nenhum vampiro em particular, os revenantes não são tão úteis como em tempos menos civilizados. Mesmo assim, muitos servem aos Tzimisce como espiões, e as famílias de revenantes são um bom local de possíveis neófitos para o clã. Um crescente número de revenantes estão se tornando muito parecidos com os cultistas, adorando bandos nômades e "ícones" Tzimisce modelados por Vicissitude.

Tipos de Carniçais e Revenantes:

Carniçais Brujah

Os carniçais deste clã são tão diversos quanto os vampiros, mas compartilham de algumas características básicas. Nas áreas urbanas, a sociedade carniçal Brujah tende a ser composta, sobretudo, de pessoas de rua e membros de bandas, com alguns ativistas radicais e variados estudiosos. Os últimos geralmente são levados em conta na hora do Abraço, enquanto que os primeiros não são vistos mais do que extensões do dominador. No geral servem por suas capacidades de combate; ainda que agitadores e líderes sejam úteis, os Brujah preferem ocupar pessoalmente estes postos ou deixá-los às suas crias. Portanto, a vida de um carniçal Brujah em geral está centrada nas atividades como "de uma surra em X" e "exploda Y". Uma exceção notável são os mortais com os quais o dominador nutre amizade: os Brujah tendem a serem generosos com seu Sangue, pelo menos no início, logo, é freqüente que tenham um ou mais amigos ou "colegas de copo". Mas a medida que os anos passam e as idiossincrasias começam a encher, estes carniçais tendem a acabar na categoria "lacaio" ou de "cadáver esfarrapado".
Os Brujah tendem a ser carismáticos, e seus carniçais tendem a ser pessoas atraídas por líderes fortes e magnéticos, que vivem "pela causa". (pelo que concerne aos carniçais, os Brujah parecem usar as palavras "livre arbítrio" para se referir a livre aceitação de qualquer propaganda que o dominador proponha). São relativamente poucos os carniçais coagidos ou enganados para assumir tal condição: o "barato" da super-força e da imortalidade soa ser irresistível para os jovens, impetuosos e desfavorecidos. Este fervor conduz frequentemente violentos choques entre grupos de carniçais Brujah , cujo dominadores possam subscrever as ideologias opostas.
Os típicos carniçais Brujah são jovens e temperamentais: geralmente não sobrevivem para tornarem-se velhos e sossegados.
A vitae Brujah é tão forte e perigosa quanto o Pó de Anjo, e os carniçais lutam fervorosamente pelo clã até que seus corpos fiquem tatuados de azul e preto; eles sabem que os covardes não são levados em consideração para serem Abraçados. Os carniçais que sobrevivem até a "maturidade" parecem ser superficialmente mais controlados do que os novatos. Eles têm consciência do que estão sendo usados, estes veteranos almejam esperançosamente o Abraço em favor de suas próprias ambições na sociedade mortal. Esta disparidade pode gerar atritos entre os carniçais mais jovens e "ingênuos" e os carniçais centenários. Os carniçais Brujah, particularmente os recrutados nas gangues de rua, mantém contatos entre os mortais após a sua transformação, transformando-se frequentemente nos protagonistas de brutais lendas urbanas. Estes carniçais tendem a dominar as hierarquias de gangues mortais, devido normalmente ao surpreendente poder muscular que podem demonstrar.

Carniçais Gangrel

Os carniçais Gangrel, os poucos que existem, tendem a ser um grupo muito infeliz e solitário. Seus senhores os tratam como amigos de "sangue mediano", abandonando-os com frequência quando sua ânsia de vitae alcança o auge. Por outro lado, estes carniçais geralmente demonstram sua capacidade de saciar a sua sede, tendo aprendido algumas coisas sobre a caça com seus senhores; um desproporcional número de carniçais "caçadores" independentes provem destes deslocados "enganos" Gangrel.
Visto que os Gangrel tendem a solidão, seus carniçais tem pouco ou nenhum contato com outros carniçais ou vampiros. Os que tentam voltar a sua vida mortal em geral acabam deslocados, sem lar e doentes, incapazes de enfrentar a sociedade mortal "normal"; no geral morrem ou são assassinados, a menos que um vampiro de outro clã o adote. Mas somente um punhado de sobreviventes querem continuar como carniçais após sua horrível experiência com os Gangrel, e normalmente compram vitae vampírica de traficantes carniçais, ou a furtam.
Os carniçais mais propensos a se manter leais a um dominador Gangrel (e com mais probabilidades de
que esta lealdade seja correspondida) são os animais. Os carniçais animais em geral se mostram fieis ao seu dominador até a noite em que este decida que precisa se alimentar e não consegue encontrar um humano que possa saciar a sua fome: neste caso, ele terá que se conformar com um animal, que é drenado até a morte pelo aflito Gangrel.

Carniçais Malkavian

Os carniçais Malkavian podem ser qualquer coisa, exceto esquecíveis. A vitae em seus sistemas os sacodem como um gato sacode um rato; mudam de humor de forma constante e imprevisível, tornando-se com frequência mais e mais dementes quanto mais sangue bebem.
Certamente, a culpa não é sua: ter um dominador Malkavian tem o seu custo. Alguns destes carniçais são inclusive raptados de instituições e hospitais, e suas condições mentais exacerbadas pelos "cuidados" de seus igualmente psicóticos senhores.
Alguns carniçais Malkavian continuam mantendo relações com os humanos, o restante não. Tudo depende dos caprichos do dominador. Os Lunáticos geralmente enviam os seus carniçais para hospícios, onde podem encontrar mais peões humanos mentalmente alterados para seus mestres... seja entre os pacientes ou (após algumas manobras) entre o pessoal da instituição.
A lealdade de um carniçal Malkavian a seu mestre pode tornar-se particularmente perigosa, dada a psicose do objeto de seu afeto. Um carniçal pode desejar deixar-se mutilar e torturar por seu louco dominador para provar a sua lealdade, e encontrar-se após isso abandonado e deteriorando-se rapidamente, sem saber porque. Mas os carniçais mais espertos podem enganar os seus dominadores para fazer que se tornem dependentes de sua ajuda ou afeto. Estes carniçais permanecem próximos do coração do vampiro, por assim dizer, e os demais criados normalmente estarão demasiadamente loucos para sentir zelo por ele.

Carniçais Nosferatu

Os carniçais dos Ratos de Esgoto recebem uma clássica benção misturada. Pelo menos, o clã Nosferatu mostra a seus carniçais um pouco de respeito e consideração por seu trabalho. Infelizmente, a vitae Nosferatu tende a produzir deformidades similares, mesmo que menores, em seus carniçais.
No geral, os mortais transformados em carniçais pelo clã tendem a não estar entre os mais populares em seus velhos círculos. Muitos carniçais Nosferatu, forçados ao exílio pelas transformações do Sangue, acabam se transformando em almas solitárias e atormentadas.
Os Nosferatu preferem como carniçais os humanos que não se encaixem no meio corporativo. Mesmo que os profissionais beneficiem muito ao clã, os Ratos de Esgoto preferem que estes profissionais sejam os peões de seus respectivos locais de trabalho. Trabalhadores diligentes cujos méritos não são reconhecidos, vítimas de abuso sexual, escravos que passam anos sem aumento de salário, e incapazes físicos, vítimas de trapaças por seus defeitos, geralmente dão boas-vindas aos sentimentos de pertinência que se encontram a serviço dos Nosferatu. A conversão em carniçal é para este clã algo que deve ser tão pensado como a criação de progênie, e só transformam em carniçais os que poderiam ser possíveis candidatos ao Abraço.
Consequentemente, o clã trata os novos carniçais como se fossem "novas crias" na guarda Nosferatu. Os vampiros treinam os seus carniçais para que sejam bravos, resolutos e acima de tudo, competentes, alimentando-os e ensinando-lhes a história do clã no processo. Com muita frequência, os refúgios Nosferatu parecem "comunais": cada carniçal trabalha em benefício de todos os Nosferatu, não somente para seu dominador. E os Nosferatu tratam todos os carniçais, sejam animais ou humanos, com igual estima.
Os carniçais animais são comuns no clã. São fáceis de criar e se comunicam bem com seus dominadores graças a Disciplina Animalismo. Os carniçais animais dos Nosferatu no geral são viscosos e insalubres animais urbanos. Muitos deles são atraídos ao serviço do clã após provar a saborosa vitae de um Nosferatu nos Lagos de Desova (ver o Livro de Clã Nosferatu, página 60). Após prová-la uma vez, os animais voltam para beber mais e mais do delicioso sangue vampírico, a potente vitae dos Nosferatu é um vício mais difícil de deixar do que a heroína ou a nicotina. Uma vez sob Laço de Sangue, os carniçais animais adotam muitas das características do clã, crescendo exageradamente e desenvolvendo monstruosas deformidades. Mas, apesar de tudo, os carniçais Nosferatu não se tornam mais complacentes, não importa o quão bem eles sejam tratados pelo clã. E que os Céus ajudem o carniçal Nosferatu que venda os seus benfeitores por, digamos, uma dose de sangue de um charmoso Toreador. A indolência e a rebeldia são tratadas de forma poética. Os carniçais que traem o clã são presos aos trilhos do metrô para aguardar a morte, ou submergidos até se afogarem nas águas fétidas.

Carniçais Toreador

Os Toreador mantém séquitos de elegantes e sofisticados carniçais; alguns deles inclusive são úteis, e todos alimentam o ego do dominador. Os Toreador tendem a escolher seus carniçais entre os mortais com os quais se relacionam em festas, exposições, peças teatrais, atuações musicais e recitais poéticos, escolhendo-os por razões "artísticas" (quer dizer, não necessariamente lógicas).
Como os Brujah, eles criam os carniçais de forma frequente e frívola. Um Toreador pode transformar alguém em carniçal somente para ter um eterno aficionado em sua arte. É bonito que lhe adorem, no fim das contas. Ser u m carniçal Toreador não é nada fácil, mas grandes recompensas aguardam os que gozem dos favores do dominador... exatamente enquanto eles durem. Os carniçais favorecidos recebem uma chuva de roupas de grife, convites a festas da alta sociedade, e, o melhor de tudo, adulação e respeito nos círculos dos Toreador. Naturalmente, os carniçais a serviço do dominador são o creme de la creme... e os carniçais a serviço destes outros... sanguessugas são muito sem tato para falar com eles. Mas ai do pobre carniçal modelo quando a magreza sai de moda e a Rubenesque* volta a brilhar. Sua posição se desintegra em uma chuva de humilhações, e o antes ser querido é jogado ao lado por seu volúvel dominador. Afinal, os Toreador não gostam de carniçais que não estão na ribalta Mesmo os carniçais favorecidos por seus mestres tem muito cuidado na maior parte do tempo, sabendo que a qualquer momento podem ser deixados de lado como um vestido da última estação. Com este medo combinado com as constantes rixas internas endêmicas nos séquitos Toreador, com os criados rivais usando indiretas, unhas ou o que for para manter a sua posição de "Carniçal Número Um". Esta competição normalmente leva a violentos frenesis e a um comportamento inquietante entre os carniçais: eles fazem o que quer que seja para agradar o seu mestre, e qualquer coisa para acabar com a concorrência.
Muitos carniçais Toreador continuam em contato com os mortais. Eles tendem a fazê-lo em benefício de seu dominador. E para os carniçais que perderam a graça de seu mestre, os mortais são o único alívio erótico.
Os carniçais Toreador desprezados em geral procuram (e às vezes encontram) um posto nas fileiras de outro clã "respeitável" como o Ventrue; o novo dominador se mostra disposto a receber o belo e machucado carniçal, proporcionando-lhe afeto e vitae em troca de informações sobre seu cruel antigo dominador. Naturalmente, o carniçal ficará muito contente em agradecer-lhe...

Carniçais Tremere

Ironicamente, muitos carniçais Tremere nem sequer se dão conta de que são carniçais. Seus mestres lhes escondem a verdade até estarem absolutamente seguros de que não revelarão segredos arcanos a clãs rivais nem violarão a sagrada Máscara.
Este engano, como tantas outras coisas entre os Tremere, está engenhosamente disfarçado. Os carniçais Tremere em geral são recrutados em ordens religiosas, grupos maçônicos e inclusive em fraternidades, e os ritos de iniciação do clã não são muito diferentes dos de um culto ou uma sociedade secreta. É típico que não informem aos iniciados de que cada gole de sangue vampírico (ou, mais provavelmente, de vários vampiros) do cálice cerimonial os deixa mais próximos de ficarem sob Laço de Sangue ao clã. Os feiticeiros sustentam a teoria da "bendita ignorância" pelo que diz respeito aos carniçais, e somente compartilham a verdade por meio da transformação.
Somente depois do carniçal ter demonstrado sua completa lealdade para "a ordem" é que descobrem a verdade... e mesmo estes afortunados companheiros recebem uma ampla demonstração do que pode ocorrer-lhes caso divulguem segredos entre os novos iniciados.
O companheiro é recrutado por completo, sua vida não é de maneira nenhuma mais fácil. Os Tremere têm, todavia, inimigos na maioria dos clãs, e mesmo que a introdução do carniçal no clã Tremere tenha sido de forma gradual e misteriosa, seu encontro com os Assamitas, os Gangrel ou os Tzimisce pode ser muito brusco.
Os carniçais Tremere realizam diversas funções. Um desproporcional número deles serve unicamente como carne para ser lançada aos numerosos inimigos do clã. Muitos outros carniçais são usados como auxiliares de investigação, mantendo o clã em dia sobre assuntos arcanos como a internet. Por último, os carniçais Tremere são eficazes "pergaminhos vivos": eles têm diversos rituais dispostos sobre eles (frequentemente sem seu consentimento) e são enviados para alguma missão, que em geral os leva próximos a um rival ou um inimigo, momento este que o feitiço faz efeito.

Carniçais Ventrue

À primeira vista, os carniçais Ventrue podem parecer sofisticados e estar no controle de tudo; mas como qualquer Ventrue sabe, é o dominador que exerce um completo controle sobre seus carniçais.
Grande parte deste controle deriva do fato de que os Ventrue recrutam muitos carniçais entre suas famílias mortais. Certamente, um Ventrue que transforma em carniçal seu próprio avô não espera mais do que gratidão e obediência por salvar a vida de um velho bastardo. Muitos carniçais Ventrue são criados em seus últimos anos mortais (frequentemente antes de sucumbir a um câncer ou algo similar) e seus dominadores os recordam constantemente a longa e agonizante morte que evitara.
Os carniçais deste clã têm uma existência muito hierárquica. De fato, alguns anciões Ventrue mantém suas "castas" ou "classes" de servos, inclusive com títulos e insígnias. Esta organização fomenta os carniçais complacentes: os carniçais que ganham o favor se seus dominadores recebem uma "categoria" superior a dos que não o conseguiram de seus mestres, e os que os servirem melhor se transformam (ou acreditam que sim) em prováveis candidatos ao Abraço.
Não é preciso dizer que as disputas entre os carniçais são frequentes.
Muitos carniçais Ventrue negociam em nome do clã, e mantém um estreito contato com a população mortal. Muitos servos conservam os mesmos trabalhos que tinham como mortais, pois seus mestres gostam de ter aliados que possam agir como espiões.
Somente o mais ingênuo carniçal Ventrue se atreve a se mostrar favorável a outro dominador, especialmente se ele for de um clã rival. Os Ventrue não se dão bem com o ato de compartilhar. Os carniçais conscientes desta regra sabem que devem se afastar dos seus, por isso, é raro ver um carniçal Ventrue conversando com um de outro clã, a menos que a conversa acabe com uma 9mm.

Carniçais Lasombra

Os mortais tão dedicados para serem transformados em carniçais por um Lasombra sofrem graves abusos. Os líderes do Sabá toleram os carniçais somente porque seus companheiros de seita Tzimisce os consideram uma diversão interessante. Os Guardiões não têm tempo nem paciência para diversões interessantes, e fazem os carniçais trabalharem brutalmente por cada gota de sangue. Poucos sobrevivem muito tempo: a única diversão que os Lasombra gostam é a do xadrez, e os carniçais servem como peões descartáveis.
Poucos carniçais Lasombra são escolhidos para receber o "presente" de seu dominador. Um Lasombra transformará em carniçal qualquer criatura que tenha uma habilidade ou talento bastante útil, ainda que seja suficientemente servil para que o vampiro nunca considere o Abraço. Os esquadrões suicidas de tropas de choque e o pessoal de apoio são as escolhas mais comuns entre os Guardiões; é difícil dizer quais destes postos são os mais perigosos.
Os carniçais Lasombra de idade avançada são criaturas raras. Os poucos que existem tendem a serem criaturas tímidas e nervosas. Estão tão acostumados a levarem a culpa por injustiças que não cometeram, que pouco fazem além de estremecerem e aguentar a dor, porque eles dependem dos dominadores que lhes dão vitae.
Muitos carniçais Lasombra são proibidos de se relacionar com outros vampiros, carniçais ou mortais.
Os que ousam desobedecer esta proibição são assassinados de forma impiedosa e muito criativa.
Além disso, muitos carniçais Lasombra ficam fisicamente incapacitados para tais relações; mesmo que os Guardiões não possam se comparar aos Tzimisce na arte de desfigurar, eles fazem um admirável trabalho mesmo não tendo Vicissitude. Os efeitos psicológicos secundários da fraqueza do clã Lasombra geralmente se manifestam por esse motivo, com esquadrões de carniçais forçados a usarem as mesmas máscaras vazias ou com os rostos reduzidos a idênticas cadeias de ferimentos e cicatrizes.

Carniçais Tzimisce

Se você acredita que os carniçais Lasombra sofrem.... Os carniçais Tzimisce compreendem literalmente a expressão "bajulador covarde". Para sua sorte, muitos destes miseráveis carniçais não se dão conta do quão miseráveis são na realidade, tendo sido usados como peões até o ponto de que nem sequer são conscientes de sua própria existência. Com certeza os carniçais Tzimisce mais miseráveis são os que mantém a sua psique e cérebros intactos. A única coisa que os carniçais Tzimisce recebem é o poder puro. Os antitribu que se preocupam o mínimo com seus criados os advertem para que se mantenham próximos dos brutais carniçais Tzimisce.
Mas os mortais sob Laço de Sangue aos Demônios raramente usam seu poder em benefício próprio: os carniçais Tzimisce vivem, comem, respiram, lutam e matam por seus dominadores e somente por eles.
Para ser um clã tão dependente dos carniçais, os Tzimisce se mostram surpreendentemente pouco discriminativos na hora de recrutá-los; por outro lado, os Tzimisce dizem que a escolha de sujeitos é tão relevante quanto a escolha entre bonecas azuis ou vermelhas. Os carniçais são tão úteis para a guerra quanto para tarefas servis; qualquer coisa que requeira habilidade ou intelecto deve ser encomendada a um revenante obediente e sedento de poder.
Os poucos carniçais deixados com um aspecto mais ou menos humano vivem em um constante temor: não somente de que o mestre os use como objeto de troca, mas sim também de que um szlachta aborrecido ou furioso os ataques sem provocação enquanto que o mestre apenas olha e ri. Ironicamente, esta mesma paranoia os faz cometer algum tipo de erro fatal.

Szlachta (Carniçais Guardiões)

Apesar de seu emprego de carniçais "normais" e revenantes, os Tzimisce também recorrem aos carniçais conhecidos como szlachta. Uma combinação de espantalhos e máquinas de combate, os szlachta são preparados e treinados para servirem como guarda-costas, soldados e sentinelas. Na maioria dos casos, seus corpos são alterados por Vicissitude, para reforçar sua capacidade de combate e fazer-lhes tão espantosos quanto for possível: os szlachta costumam assustar seus inimigos com um simples piscar de um olho cheio de pus. Muitos estão protegidos com armaduras ósseas, e na maioria são autênticas máquinas de guerra armadas e perigosas, com alterações tão ocorrentes quanto dentes afiados como presas.

Carniçais Assamitas

Os carniçais introduzidos neste clã não são tão maltratados como os dos clãs rivais... pelo menos, é o que se acredita. Com uma lavagem cerebral para acreditarem que seu trabalho é suma importância, muitos carniçais Assamitas servem freneticamente ao clã de todas as formas possíveis. Afinal, eles vão ser Abraçados após sete anos de serviço, não vão? (Nem sempre).
É surpreendente que muitos carniçais Assamitas sejam usados em atividades "civis", como espiões e recrutadores religiosos. Ainda que por regra geral dos Assamitas careçam dos poderes mentais de seus inimigos, eles têm tecido ao longo dos milênios um intrincado tapete de influências em sua região de origem. Opulentos negociadores de gemas em Bommay, líderes religiosos, embaixadores, moleques e famílias ordinárias: todos têm utilidade, todos tem seu lugar. Estes carniçais raramente conseguem o Abraço.
Os Assamitas precisam que continuem seus trabalhos mundanos, e os carniçais os cumprem com presteza. A Camarilla e o Sabá, vendo os Assamitas como uma estereotipada massa de assassinos com cimitarras e Uzis, tentando passar por cima do humilde vendedor de tapetes ou da sofisticada estrela de cinema. Isto acaba sendo sua perdição quando os Assassinos, sabendo dos refúgios de seus inimigos, chegam à meia noite.... Os mortais escolhidos como Assamitas em potencial tem uma "expectativa de vida" limitada.
Escolhidos sobretudo por sua habilidade para o combate, são rigorosamente treinados durante sete anos, durante os quais se transformam em carniçais e aprendem a canalizar o poder do Sangue. No fim do período de treinamento, devem se submeter a uma prova de aptidão. Se a superarem, são transformados em vampiros: se falharem, se transformam em jantar.
Como recrutadores e espiões, muitos carniçais do clã Assamita continuam mantendo relações com os mortais, mesmo que os mais velhos demonstrem atitudes desgostosamente reacionárias pelos ocidentais e as "emancipadas" mulheres. Inclusive entre os carniçais já sob Laço de Sangue, as mulheres e aqueles
que não procedem de uma linhagem hindu ou muçulmana são tratados com desprezo apenas dissimulado.
Recentemente, parece que o clã sofreu algum tipo de levante ou disputa interna. Mesmo não chegando notícias do Alamut, a atividade de recrutamento Assamita parece ter aumentado nos últimos anos. Não se sabe como isso afetará estes carniçais.

Carniçais Setitas

Os carniçais dos Seguidores de Set podem ter origens muito diferentes. O único critério é sua utilidade, e mesmo isto pode ser deixado de lado se o futuro dominador estiver com um humor particularmente bom (ou mal). Os Setitas usam muito os seus carniçais, para seus negócios, para o prazer ou (mais comumente) ambos. Surpreendentemente, os carniçais Setitas costumam ser pessoas consideradas moralmente descartáveis ou inocentes em sua vida mortal. O trabalho do clã requer numerosos laços entre os mortais, e mesmo que os traficantes de drogas e similares tenham sua utilidade, é menos embaraçoso agir através de políticos, sacerdotes e assistentes sociais. É muito mais fácil usar como isca uma criança angelical, pronta para a violação, e contemplar depois o horror do pervertido quando sua "vítima" lhe aturde com um olhar hipnótico e cai sobre ele com força sobre-humana...
Certamente, os Setitas também precisam de seguidores mais tradicionais. Como os Nosferatu, eles os recrutam em zonas de baixa renda, procurando indivíduos sem nada a perder. De fato, alguns Setitas empreendedores põem em circulação seu elixir diabólico com tanto sucesso que os mortais lhes fazem favores somente pelo privilégio de obter o "suco". Com certeza, os Setitas se abstém de mencionar os efeitos secundários do Sangue até ser muito tarde. Como os carniçais Assamitas, os deste clã costumam ser manipulados para acreditarem que seu trabalho é o de maior importância religiosa. Muitos formam cultos clandestinos. Os carniçais Setitas recebem pinturas ritualísticas junto com o sangue ao ficarem sob Laço de Sangue. Então eles lhes dizem: Recrutem! Recrutem! Recrutem!
Além destes carniçais humanos, os Seguidores de Set às vezes encontram leais criados nas serpentes, afinal são símbolos de posição do clã...
Porém, os Setitas são cuidadosos, e às vezes fazem com que seus carniçais humanos sejam quem se ocupe dos reptílicos.
A vida de um carniçal setita é uma estática e agônica queda na depravação, mas muitos aprendem a desfrutar dela. Os carniçais centenários e particularmente competentes são muito consentidos e mimados; eles se permitem mergulhar no vício e em geral os tratam com divertida indulgência.

Carniçais Giovanni

Se não pode mantê-la em suas veias, mantenha-a na família. Isto é o que os Giovanni dizem.
A unidade familiar é o melhor lugar para novos carniçais do clã. Mas muitos Giovanni estão em desacordo ou ignoram os problemas que isto provoca em círculos carniçais.
Não é raro que uma criança assassine sua própria mãe se a competência pelo Abraço é muito encarniçada. Desde o nascimento, muitos Giovanni são lançados na política do sobrenatural, famintos pela vida eterna de seus vampíricos parentes. Em consonância, os carniçais Necromantes criam constantes batalhas de valor em tentativas frequentemente fúteis de serem Abraçados. Esta competência agrada aos vampiros; deixa cair um mero indício da possibilidade do Abraço, e os jovens farão todo o trabalho miserável que possam imaginar.
Mais de um carniçal tem buscado e assassinado vítimas inocentes somente para assegurar a seu dominador um fornecimento regular de sangue ou cadáveres. Outros se implicam em modestos (ou não tão modestos) crimes para conseguir mais informação ou dinheiro para seus mestres. Mas alguns destes dedicados carniçais são presos, e morrem por falta de sangue no cárcere ou se vê em forçados a estrangular policiais e informantes. Mesmo que os carniçais Giovanni sejam principalmente membros da família, às vezes um Necromante vincula pessoas de fora em benefício do clã: médicos, estudantes, agentes funerários, monges, magos das finanças, psíquicos espiritualistas, policiais forenses e agentes da bolsa são de extrema utilidade.

Carniçais Ravnos

Os carniçais Ravnos não são de todo ruim, mas costumam ser inseguros, pois sabem muito bem que seus caprichosos dominadores se irritam com as condutas erradas dos patshiu. Os vampiros Ravnos se asseguram de não se apegar muito a seus ajudantes, e se desfazem do equipamento excedente se considerar isso uma boa ideia. Além disso, os Ravnos que precisem substituir seus carniçais mortos não veem nenhum problema em roubá-los de outros clãs. Fora isso, a condição de carniçal é primordialmente relaxada e sincera para os servos dos Ravnos - faça seu trabalho, despiste os inimigos furiosos que procuram o seu mestre em fuga, e lhe traga a sua sopa vermelha.
Os Rom, especialmente os membros da família Ravnos mortal, são os carniçais mais comuns. Estes carniçais costumam ser vistos com desconfiança por seus pares mortais, mas eles permitem à contragosto que eles participem dos rituais da kumpania.
Os carniçais ciganos são especialmente úteis, pois costumam conhecer truques próprios aparte dos poderes do Sangue. Estes criados fazem as horas diurnas de um Ravnos muito mais seguras.
Também existem carniçais gorgio (não ciganos), mas pouquíssimos deles são Abraçados.
Seus mestres os enganam alegremente, fazendo-lhes acreditar que isto ocorrerá "uma noite destas" (e pode ser que sejam sinceros às vezes); como regra geral, os carniçais gorgio morrem por negligência de seu dominador ou tem uma função secundaria até que seu mestre os considere desnecessários.
Visto que o clã pratica a Disciplina Animalismo, é comum que os Ravnos criem carniçais animais, como mulas, camelos, cavalos e cães. Não só facilitam as viagens (como no caso dos cavalos), mas que frequentemente podem executar truques para mortais e vampiros, desviando a atenção de seus dominadores, que se dedicam a despojar as tendas, bancos e bolsos locais.
Os carniçais Ravnos tem um contato mínimo com os dos outros clãs, mas mantém laços com mortais de qualidade e caráter (isto é, pessoas endinheiradas com joias e outros objetos de valor). Muitos carniçais também se dedicam aos pequenos roubos diurnos em benefício de seu mestre.

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Vladslav Liyundegwyr

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Re: Carniçais e Humanos

Mensagem por Vladslav Liyundegwyr em Qua 03 Maio 2017, 08:27


Carniçais e Humanos

Famílias Revenantes

Bratovitch

Os depravados Bratovitch passam a maior parte do seu tempo criando cães de caças carniçais para o Sabá e se dedicando a seus próprios hobbys. Ainda que nenhuma outra família de Revenantes nem clã de vampiros busquem sua companhia, eles geralmente a contragosto são respeitados por suas habilidades de espionagem e combate. Tendem constantemente a fazer melhorias em si; este desejo se traduz geralmente nas excessivas modificações corporais por meio da Vicissitude e de canibalismo sobre os inimigos vencidos para adquirir um pouco de sua força. Alguns se dedicam a obscuros rituais, procurando alguma forma de absorver parte do poder de seus inimigos Lupinos. Os Bratovitch sempre foram uma linhagem bestial, mas esta característica sempre os ajudou em suas caçadas.
Os personagens Bratovitch provavelmente serão jovens carniçais que querem sentir o gosto do mundo real. Tendem a ser monstros perversos e brutais que se deleitam na tortura, a auto-mutilação e estranhos "jogos". São pouco sutis, e geralmente não são interessados em política, fora as lutas pelo poder em sua família. Viver um demasiado tempo entre os humanos não faz bem aos Bratovitch, e se algum o faz, geralmente passa mal ao voltar para casa.
Alguns Bratovitch deixam o lar ao empreender longas caçadas a Lupinos, mas muito poucos retornam com sucesso... se é que voltam. A Humanidade é algo com que os Bratovitch estão muito pouco familiarizados. Todos seguem diversas Trilhas de Iluminação, ainda que não aja nenhuma que seja predominante. Em suas práticas morais alternativas, os Bratovitch tem preservado alguns dos antigos Caminhos (ver Vampiro: A Idade das Trevas). Naturalmente, como Revenantes, não podem alcançar o auge da iluminação vampírica. Mas os Bratovitch não se preocupam muito pela iluminação... no final das contas, as regras foram feitas para serem quebradas.

Grimaldi

Os sempre perversos Grimaldi deleitam-se com sua aparente normalidade. Atuam como intermediários para o Sabá, ocupando-se, com discrição, dos objetivos da seita na sociedade mortal. São espantosamente ricos, e tem influência que quase rivaliza com a dos Giovanni ou dos Ventrue. Muitos Grimaldi crescem na sociedade humana, mudando de um colégio particular a outro antes que percebam que envelhecem lentamente.
Atualmente, os Grimaldi tem uma segunda função, a qual o Sabá desconhece: a sobrevivência. A família sabe muito bem que seus membros existem somente por vontade dos Tzimisce, e que se os Demônios retirarem o seu apoio, o Sabá exterminará os Grimaldi até não restar nenhum. Portanto, eles possuem um objetivo duplo: convencer humildemente o Sabá de sua utilidade e encontrar uma possível rota de fuga quando as coisas ficarem feias. Alguns dos mais antigos chegaram inclusive a sugerir a oferta de seus serviços à Camarilla se os Tzimisce deixarem de apóiá-los, mas essa proposta não tem tido muito sucesso: se a família trocar de lado, a vingança dos Demônios será certa e lenta... Os Grimaldi podem vir de qualquer estilo de vida, mas o mais comum é que sejam respeitados membros da sociedade, com Antecedentes apropriados. Alguns Grimaldi podem ter cortado laços com a família para seguir sua arriscada meta com a Humanidade; esses trágicos auto-exilados geralmente acabam com uma boa coleção de inimigos, mas podem constituir personagens interessantes.
A maioria dos Grimaldi prefere seguir a Trilha do Acordo Honrado, ainda que alguns optem pela da Harmonia ou a de Caim. Um surpreendente número de membros da família tem desenvolvido morais mais sociais, com as virtudes próprias da Humanidade; porém, o fazem com muita discrição.

Obertus

Os Obertus tendem a distanciar-se dos assuntos do Sabá, preferindo dedicar o seu tempo a absorver todo o conhecimento arcano possível. Os chefes de família são quase sempre grandes eruditos ou investigadores que tem passado a maior parte de seus anos acumulando sabedoria de fontes antigas. Os pequenos povoados que a família fundou há séculos na Nova Inglaterra continuam ali, e quem os visitar normalmente retorna com uma forte sensação de incômodo.... se é que retornam.
Um personagem Obertus estará sempre buscando novos conhecimentos, sejam ocultos, científicos ou mesmo triviais. Muitos são os típicos estudiosos "Lovecraftianos", buscando obsessivamente conhecimentos que temem em seu subconsciente. Com essa finalidade, os Obertus normalmente tentam aprender coisas sobre os Lupinos, os magi, o Mundo Inferior, a história, os demônios, os Membros e mesmo sobre Caim. Esta busca de conhecimento pode levá-los a lugares onde os carniçais não são bem vindos, mas os Obertus não se preocupam muito com sua segurança pessoal quando novas informações estão em jogo.
Ainda que atuem como investigadores para o Sabá, os Obertus tem na realidade outro propósito secreto. Convencidos que sua condição de Revenantes é o passo seguinte para a evolução humana, procuram uma forma de avançar mais um passo, transformando-se em algo superior ao humano, vampiro ou carniçal. Até agora não encontraram mais do que vagos indícios.
Os Obertus tendem a seguir o Caminho da Morte e da Alma, da Harmonia e do Acordo Honrado. Estes códigos morais são os que melhor refletem as preocupações intelectuais e a introspecção tão corrente na família.
Postagem original em: ARENAH RPG
Thanks to Andy on QueenOfGraphics


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Vladslav Liyundegwyr

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