A TAVERNA DO MINOTAURO BÊBADO

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A TAVERNA DO MINOTAURO BÊBADO

Mensagem por GAMEMASTER em Qua 25 Jan 2017, 17:02




Drunken Minotaur
 

♫ The eagle's eye is hiding something tragic but in this night the red wine rules in me. The dance for fire and wind and the stories about old kings are pleasing our brave lords down in the Drunken Minotaur. ♪

Nome do Estabelecimento: Taverna do Minotauro Bêbado
Inauguração:30 de Outubro de 747
Proprietário: Lars Ulfric Galagher Stormwolf
Posição política: Neutra
Cozinheiro(a): PROCURANDO - TRATAR VIA MP
Atendente: PROCURANDO - TRATAR VIA MP
Bardo: PROCURANDO - TRATAR VIA MP

TÓPICO LIBERADO PARA POSTAGENS DE INTERAÇÃO LIVRE!


CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Localizada em uma posição privilegiada próxima à Praça Central, é quase impossível sua fachada não ser vista e após 10 longos anos de serviço, a taverna já foi palco de muitas histórias e já faz parte da rotina de muitos cidadãos dos três reinos que se aventuram no grande mercado. Um estábulo do lado de fora é reservado para os cavalos daqueles que precisem recuperar as forças também de suas montarias, aos cuidados de um rapaz que já tem alguma experiência no trato desses animais.
A porta de madeira vive fechada para manter o barulho um pouco mais restrito em seu interior, mas o ambiente é muito ventilado pelas janelas posiciondas em locais estratégicos por onde passa a corrente de ar livre mantendo o local mais arejado. No inverno uma lareira mantém o interior aquecido para melhor acolher os viajantes.
A edificação em enxaimel possui uma estrutura de madeira pesada aparente nos interiores, fechada por vedações não estruturais, como pau a pique, argamassa, tijolo e outros materiais. A base mais forte era composta por paredes de pedra densas que sustentavam o andar superior e o sótão sem o menor abalo em sua estrutura que já resistia todos aqueles anos.
O comércio em si ficava no andar inferior da construção, separado dos quatro quartos. A cozinha também ficava no térreo, porém aos fundos, separada da área comum por um pequeno pátio, que mantinha os odores e o risco de incêndio longe do saguão onde eram organizadas as mesas, o balcão e um pequeno palco, onde artistas se arriscavam a tentar ganhar algumas moedas com suas melodias. Um destaque inovador da taverna é a substituição do sapé por telhas de barro, apresentando um risco bem menor de entrar em chamas, garantindo assim a segurança de seus clientes.
O ambiente é aconchegante e a música sempre cria um clima ainda mais acolhedor para o viajante e mercador cansado que precisa de um tempo para recuperar as energias. Velhas e tochas são responsáveis por manter a iluminação local, sempre substituídas pelos funcionários quando se apagam.

SERVIÇOS:

A boa música é garantida pela escolha cuidadosa do proprietário e outras atrações são convidadas em ocasiões especiais para entreter os clientes, como dançarinas, poetas, malabaristas, e outros artistas. No balcão, Ulfric é responsável por receber o pagamento de tudo que é consumido ou que algum funcionário receber por ele, é quem melhor conhece as fórmulas dos drinks secretos que permanecem exclusivos à Taverna do Minotauro Bêbado. A entrega das bebidas e dos pratos só é feita mediante pagamento antecipado, para evitar problemas com clientes que "se esquecem" de pagar. Se quer consumir, faça seu pedido, pague e aguarde. A experiência muito ensinou ao velho minotauro que não quer perder seu dinheiro à toa.
Além dos tradicionais comes e bebes oferecidos e da boa música, há 3 quartos disponíveis para estadia, o 4º aposento pertence ao proprietário e por isso não é negociado. O horário de funcionamento é a partir do almoço até o jantar, variando conforme a demanda dos clientes.

CARDÁPIO:

BEBIDAS COMUNS

Vinho do Porto:vinho comum fabricado em Brumivium - 2$
Beauclair White:vinho branco exótico, conhecido como uns dos mais requintados do mundo - 10$
Mettina Rose: um vinho refinado, porém mais suave com leve essência de rosas - 8$
Toussaint Red:um vinho mais forte, feito de materia prima nobre - 8$
Hidromel: feito com o mais puro mel, apresenta um sabor diferenciado, guardando um segredo do velho taverneiro - 5$
Conrad Whisky: comparado a um coice de mula, é uma das bebidas mais fortes - 5$
Alestorm Whisky:comumente consumido por piratas e plebeus pelo baixo preço - 2$
Whitewolf Whisky: de qualidade, refinado e maturado por muitos anos em barris, é conhecido como o primor da nobreza mais resistente.

BEBIDAS EXCLUSIVAS
Todas são fómulas mantidas em segredo pelo taverneiro, que é o único responsável pela manutenção do estoque disponível delas.
Sangue de Dragão: bebida de coloração azulada que causa uma sensação térmica elevada e uma leve ardência semelhante à pimentas mais fracas - 8$
Coração de Koshckey: servida com uma mistura de frutas vemelhas, é mais adocicada - 8$
Vigor do Centauro: bebida afrodisíaca de eficácia comprovada por muitos usuários - 8$
Elixir Negro: líquido negro de sabor exótico com um aroma que lembra casca de carvalho, a terceira mais forte - 10$
Beijo de Bruxa: capaz de incapacitar até os beberrões mais experientes pelo elevado teor alcoólico - 10$
Encanto de Sereia: é a mais forte de todas as bebidas servidas na taverna por sua composição ser composta pelas bebidas mais fortes e ervas de propriedades alucinógenas - 12$
Lágrimas de Mandrágora: lembra um pouco o gengibre, é conhecido por suas propriedades curativas, segundo alguns viajantes - 8$
Licor dos Tolos:embora mais fraco que os demais, seu sabor adocicado e suave engana e seu alto consumo leva à letargia e amnésia - 5$

ALIMENTOS
Refeição do dia: é variável, depende da disponibilidade - 10$
(vem com o suco do dia incluso)

Sopa do caçador: sopa com bastante carne cozida e mandioca, acompanhada de um grande pão - 8$
Reforço do Guerreiro: omelete com 4 ovos, bastante espinafre, cebola e cenoura - 5$
Faizão assado:faizão temperado com ervas finas, carne macia da melhor qualidade - 10$
Peixe assado: acompanha molho especial, vegetais, pão e arroz - 8$
Refeição do Cavaleiro:3 steaks de carne bem generosos com molho à escolha, acompanha arroz, lentilha e legumes - 12$
Caçada Selvagem:porção para até 2 pessoas da carne exótica disponível no dia, acompanhada de arroz, vegetais e mais um cereal à escolha ou vinho do porto - 10$ até 20$ dependendo da carne
Banquete famíla:composto por grãos à escolha do cliente, um pernil, um faizão e um coelho - 30$
(rende para 4 pessoas)

Banquete dos Heróis: composto por grãos, vegetais, um pernil, meia costela de cervo, um faizão, um coelho, pão e uma ânfora de vinho do porto inclusa - 40$
(rende para 8 pessoas)


Thanks Winter!



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Re: A TAVERNA DO MINOTAURO BÊBADO

Mensagem por Madman Kynt em Sab 04 Mar 2017, 10:07


Terror On The High Seas
There are many things given to us in this life for the wrong reasons.
What we do with such blessings, that is the true test of a man.
Em um mundo onde os príncipes reinam sobre a terra e os sacerdotes sobre a alma, poucos homens podem gozar de uma vida de liberdade. Mas sobre os mares... quem reinava? Apenas as próprias forças da natureza, pois por mais que a marinha real tentasse estender seu poder para a rebeldia das águas, esse cenário selvagem ainda se mantinha, de certa forma, livre de seus controladores terrenos. Por essa razão, foi a escolha daquele guerreiro errante que naquele momento caminhava pelas ruas de Gligothiel, ainda com as palavras de sua amada Lorelei ecoando na mente após a última conversa que tiveram.
── Você ficou louco?! Quase perdeu a cabeça na arena hoje!!! Quer morrer?! ── exclamou a morena recebendo apenas um sorriso sacana como resposta, afinal ela já sabia que seu apelido não fora adquirido à toa e para evitar a ironia, ele preferiu se manter calado. Madman Kynt não era nem de longe um homem sensato, encaixa-se mais na denominação de "Homem Louco" mesmo... uma alcunha que ele abraçou com a mesma paixão direcionada à essa morena de olhos amendoados, lábios macios como as pétalas de uma rosa e tão vermelhos quanto o sangue derramado nas arenas clandestinas. Ele não passava de um homem perdido em sua própria loucura, disposto a tudo que lhe rendesse ouro, vinho e mulheres.
Sem grandes ambições, levava uma vida simples, um dia de cada vez, sem medo e sem amarras, já que nem Lorelei pertencia apenas a ele. Sua amada Lorelei estava tão longe quanto a lua oculta pelo véu de neblina que se formava sobre sua cabeça. Era ela sua musa inspiradora, nas terras sombrias de Gligothiel, realizando os desejos mais profanos de outros homens, por uma quantia generosa de moedas, o que tornou necessário o desapego.
Madman não tem razão alguma para se fixar, portanto não costuma ter nada além do que é capaz de carregar. Naquela noite, tinha acabado de deixar o bordel da bela Lorelei e caminhava sem rumo com um bolsão de couro contendo suas poucas vestimentas e equipamentos e a espada de uma mão, bem comum, de ferro e uma ânfora de vinho, que ele carregava, bebendo em grandes goles, cantando alto, evidentemente embriagado.
── "Blood rains down from an angry sky, my cock rages on my cock rages on"...

Eis que fora interrompido por um rapaz, que entregava uma carta e saia correndo. Já estranhou o fato de entregarem alguma coisa, mais ainda o fato do garoto ter corrido, mas logo deu de ombros, imaginando que ele poderia ter muitas outras cartas para entregar e por essa razão estava apressado. Abriu a carta curioso e seu o convite erguendo uma sobrancelha, intrigado com aquele conteúdo misterioso.
Ele dobrou a carta, guardou-a no bolsão e decidiu seguir viagem para Brumivium ainda naquela noite, afinal aquela seria uma longa viagem. Seguiu para o centro da cidade, procurando qualquer mercador que fosse viajar para Brumivium para propor seus serviços durante esse período, contra os perigos da estrada e como um braço a mais para serviços braçais em geral. Teve a sorte de encontrar um comerciante de especiarias e tecidos, que viajava com sua comitiva pelos três reinos fornecendo seus produtos e ele partiria naquela mesma noite. O bondoso senhor permitiu que o pirata viajasse na carroça de suprimentos, deitado sobre a carga, para repousar enquanto não fosse necessário para o grupo. Então ele deitou com as duas mãos apoiadas atrás da cabeça e dormiu tranquilamente até sentir o calor do sol incomodar. Naquela primeira noite tudo correu tranquilamente bem, assim como o dia, mas ao final da tarde, quando  ainda estavam afastados da cidade embora a avistassem de longe, foram surpreendidos por um grupo de ladrões de carga composto por cinco indivíduos de porte mediano. Assim, o mercenário, quebra-galho, segurança pessoal, gladiador e pirata finalmente viu uma oportunidade para ser útil para o grupo e arrancar um extra, conforme o combinado em caso de algum ataque. Ele respirou fundo, fingiu se render, por estar em desvantagem com os adversários, para esperar que eles baixassem a guarda. Sim... Madman Kynt era louco, mas não suicida, então obviamente ainda parava para calcular seus movimentos e planejar uma estratégia adequada à situação.
Levantou os dois braços em sinal de rendição e aproveitou que o grupo ainda estava dividido para agir. Três deles se ocupavam em amarrar os outros prisioneiros do grupo, o que reduziu a desvantagem e assim, quando um meliante tocou uma das espadas para retirá-la da bainha, Madman abaixou as duas mãos violentamente por trás do pescoço, puxando-o e erguendo o joelho em um salto, atingindo-o abaixo do queixo e já movendo o corpo, invertendo sua posição com o adversário para utilizá-lo como escudo, sacando a espada e colocando-a no pescoço de seu refém. O segundo, já com a espada em mãos, realizou um movimento de estocada no momento em que Mandam saltou, sem prever que ele inverteria de posição com seu companheiro, perfurando seu abdomen, quase alcançando o gladiador escondido atrás dele.
Um a menos! Mad recuou sacando a outra espada e antecipou um golpe em tesoura contra o inimigo que ainda retirava a espada do corpo do primeiro, em uma ação rápida efetuando um corte profundo no pescoço, com a tentativa de esquiva do segundo. Já eram dois à menos, mas com duas mortes nas costas, os outros três deixaram tudo o que estavam fazendo para atacá-lo. Percebendo a presença de um arqueiro, Madman tentou ficar em uma posição que mantivesse os dois outros armados um com uma lança e outro com uma espada na frente para atrapalharem a visão do último. Desferiu um diagonal para baixo mirando o ombro direito de um deles e outro diagonal no ombro esquerdo, ambos bloqueados com a espada, o que demonstrava a habilidade daquele adversário, provavelmente o líder do bando, então Mad recuou correndo em direção à carroça e se jogou apoiado sobre um dos pés e um joelho deslizando por baixo dela para chegar ao outro lado, onde estaria mais protegido. Deixaria este por último, então estudava uma forma de neutralizar o da lança.
Assim que voltou a erguer o corpo, percebeu que ambos fizeram exatamente como previsto, rodearam a carroça, cada um por um lado, para cercá-lo. Como diriam os antigos romanos: "dividir e conquistar!" A velha tática de guerra ainda se mostrava muito eficaz e o sucesso levou o gladiador a sorrir enquanto avançava contra o meliante da lança. Este, efetuou um golpe de perfuração em sua direção avançando para frente e Mad inclinou o corpo para o lado, desviando a direção da ponta da lança com a esquerda, girando o corpo colado a ela atingiu em cheio o pescoço do inimigo com a destra. Efetuou um rolamento para rodear a carroça mais uma vez, aumentando a distância dele com relação ao líder do grupo e avançou para atingir o arqueiro que já gastou duas flechas em tentativas falhas contra o alvo em constante movimento. Rapidamente, Madman atirou uma das espadas contra ele, só para que perdesse a concentração e avançou rolando mais uma vez, ao final da manobra, apoiando os pés com ambos os joelhos flexionados, levantou-se com violência em um golpe vertical de baixo para cima, que atingia o ventre do alvo, atravessando seu corpo e retalhando os órgãos internos.
Por fim, só lhe restava um oponente. Este bem mais habilidoso que os demais, avançava com sua espada, sempre com a guarda alta, mantendo o corpo protegido por um broquel preso ao braço esquerdo. Enfurecido com a derrota de seus companheiros, ele investia um golpe com o broquel forçando Mad a se defender com ambas espadas, pela força utilizada no golpe e a destra efetuava um movimento de perfuração por cima do escudo para atingir o rosto do pirata, que saltou para trás recuando para evitar o ataque. Ele era muito rápido, quase tanto quanto o próprio Mad, o que tornava tudo bem mais interessante. Entre um e outro ataque, o pirata manteve uma posição defensiva, sempre esquivando, enquanto estudava a velocidade de cada golpe, a técnica do oponente, seu tempo de recuo, tempo de ataque e distância segura. Até que finalmente conseguiu encontrar uma oportunidade perfeita para agir. Aguardou a repetição da manobra do inimigo que usava o escudo como uma segunda arma e como proteção para usar esse movimento como apoio para as costas, deixando as duas lâminas livres para receberem a espada do inimigo, formando um x que subiria da altura do broquel em direção acima da cabeça, guiando a espada dele para que não o atingisse. Desse modo, prendeu a espada inimiga entre as duas lâminas próprias e empurrou com as costas o adversário, para desequilibrá-lo, ganhando tempo para virar em um rápido movimento giratório com a espada da mão esquerda contra o broquel e a direita, acima do mesmo, na intenção de atingir o rosto do adversário, que moveu o corpo lateralmente ao receber o primeiro golpe contra o escudo e perceber a lâmina vir por cima do broquel, evitando assim ter o rosto muito ferido.
Com a proximidade e o tempo de combate, Mad se recordou daquele rosto. Não tinha como confundir, não poderia ser outro. Notou as cicatrizes uma no queixo e outra na sobrancelha e uma tatuagem que subia do pescoço pela mandíbula até a lateral do rosto. Era Zhal-Vazir, um famoso assassino e ladrão, procurado nos três reinos! Surpreso com a lembrança daquele rosto desenhado em todos os murais e em todas as tavernas como um dos mais procurados por sua relação íntima com o mercado negro de todos os reinos. Um grande trunfo para a guarda real, se capturado vivo, pelo valor das informações que ele poderia fornecer sob tortura. Mad se lembrava que uma grande quantia era ofertada por sua captura e algumas poucas por sua morte, então decidiu evitar matá-lo e começou a pensar em um modo de capturar aquele adversário, que percebeu em sua distração uma oportunidade perfeita para agir. Investiu contra Mad, dessa vez com o corpo mais baixo, mantendo os joelhos flexionados para tomar mais impulso e invés de usar o escudo para esbarrar no pirata, como costumava fazer nas outras vezes, arremessou o escudo contra o rosto de Mad, obrigando-o a abrir a guarda ao bloquear o escudo e desviá-lo. Uma oportunidade perfeita para um golpe em corte diagonal de cima para baixo direcionado à lateral do pescoço de Mad, que tentava voltar as duas espadas a tempo de aparar o golpe.
✘Tagged: GRYPHERO GOLDHAND
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