Yngvild Filidhrentithiel Thormundottir

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Yngvild Filidhrentithiel Thormundottir

Mensagem por Yngvild Thormundottir em Seg 30 Out 2017, 01:34


Yngvild Filidhrentithiel Thormundottir
"Statt upp du Brun så hastelig, jag vill ej i sömnen fögöra dig. Och ligg nu här bås' för hund och för ramm ännu skall jag bära mitt jungfrunamn. Det blåser och det regnar nordast uti fjällen, där vila ock tre nordmän."


Em Skellige, mais precisamente no domínio de Hindarsfjall, o mestre de armas Thormund an Hindar teve sua primeira filha, sob as bênçãos da Deusa Freya a quem identificou com um nome skelliger e um élfico, o mesmo de sua mãe Filidhrentithiel (lê-se Fill-ee-threhn-tee-thee-ell). Apesar dos cuidados recebidos no Templo e a assistência da própria Madre Sacerdotisa Sigrdrifa, Filidhrentithiel faleceu pouco tempo depois do parto, por hemorragia e infecção generalizada. Com a primeira esposa, Thormund teve seu primogênito, Ingvar no ano seguinte, Ingvild, mas casou-se novamente com Solveig, Thyra e Gyda, tendo com elas outros filhos e filhas. Ainda assim, nunca esqueceu sua Filidhrentithiel (Fill-ee-threhn-tee-thee-ell), uma elfa que deixou Dol Blathanna e toda sua família pelo homem por quem se apaixonou.
Yngvild foi designada para liderar o Templo de Freya quando adulta, então desde cedo foi treinada para representar a deusa da fertilidade, do amor e da beleza, da música, da sensualidade e das flores, também conhecida como A Grande Mãe. Hindarsfjall possui o maior templo dedicado a ela, pois todo o território do clã foi um presente de Freya e Hemdall para o heroico progenitor do clã, Otkell, um dos filhos de Hemdall. Atualmente, Sigrdrifa é a sacerdotisa madre do tempo, responsável pelo treinamento de Yngvild. Porém o coração selvagem da garota era como o do pai e sua paixão pela espada a transformou em uma grande guerreira.
Isso não a afastou do culto à Freya, apenas da delicadeza e feminilidade esperadas de uma sacerdotisa dela, o que incomodava um pouco Sigrdrifa. Yngvild tinha uma habilidade natural com sua espada e escudo, derrotando muitos homens mais experientes com uma força que lhe rendeu o apelido de "Jern Jomfru" que significa Dama de Ferro no idioma local. A ruiva ainda tem uma relação muito forte com a natureza, o que evidencia sua ligação com Freya e com sua ascendência élfica, então cria vários animais que são seus melhores amigos: a raposa Ráðgríðr ("a mandona"), o lobo Herenvar ("guarda da prosperidade"), cavalo Elendil ("amigo dos elfos"), gato Panthael ("todo sábio"), coruja Banwen ("beleza brilhante") e falcão de caça Eruehtion ("lança divina"), todos em élfico, exceto Ráðgríðr, que é dinamarquês.

Após a morte de Otrygg an Hindar durante o ataque dos berserkers em Kaer Trolde, Donar an Hindar nomeou Thormund seu herdeiro e futuro Jarl de Hindarsfjall. Isso acabou mudando os planos de Thormund para sua filha, pois no intuito de obter o apoio de outro clã poderoso de Skellige, ele decidiu que ela deveria se casar.
Thormund e seus filhos começaram a estudar os possíveis candidatos para escolher o mais adequado para ela, mas Yngvild não desejava se casar. Atualmente, o mais poderoso de Skellige era o Clã an Craite, já que Cerys foi escolhida como Rainha de Skellige, então o candidato escolhido foi o irmão dela, Hjalmar an Craite.
Na semana do casamento, uma grande festa foi organizada pelos an Hindar para receber os an Craite. Foram três dias de festa, com muita bebida e comida, mas Yngvild evitava ao máximo o noivo, fazendo de tudo para ele adormecer antes de ter que se deitar em seu leito.
Na madrugada da terceira noite, pressionado pelos familiares consumar o casamento, Hjalmar tentou tomar Yngvild para si, mas ela lutou para se libertar e conseguiu fugir. Correu para o Templo de Freya e jogou-se de joelhos aos pés da Deusa implorando para não ser obrigada a se deitar com Hjalmar.
Enquanto chorava, ouviu o miado de um gato e ao olhar em sua direção, viu o animal sentado próximo a uma espada. Freya estava lhe mostrando o caminho a seguir, então Yngvild correu até a espada e quando o noivo a alcançou, empunhou a mesma contra ele e disse:
Hjalmar an Craite! Eu o desafio a me vencer em um duelo! Esse matrimônio foi negociado contra a minha vontade, mas como serva de Freya, minhas preces foram atendidas e com essa espada abençoada pela deusa, reivindico meu direto de lutar pela minha liberdade.
O homem logo reverenciou a estátua da deusa e aceitou o desafio sob a promessa de que, se a derrotasse, Yngvild se tornaria uma esposa dedicada e lhe daria muitos filhos. O duelo aconteceria naquela manhã.

O nascer do sol anunciava o início do combate que acontecia no Jardim de Freya, diante dos olhos atentos da deusa, das outras sacerdotisas e dos convidados de ambas as famílias. Hjalmar era muito habilidoso e tinha a força de urso, mas Yngvild não desistia e a cada golpe recebido, clamava à Freya pelo poder que precisava para vencer seu adversário e reaver sua liberdade.
Mais uma vez, Freya atendeu ao chamado de sua serva leal e Yngvild conseguiu derrotar Hjalmar em um combate honrado. Todos aceitaram aquela derrota como sendo plano da deusa, mostrando que o destino de Yngvild era servir a ela, não a um homem. Diante da multidão, a guerreira ergueu sua espada e declarou:
Em nome de Freya eu juro que me entregarei apenas ao homem escolhido por ela! Saberei que é meu destino, quando ele me derrotar em um duelo!
Assim, Yngvild voltou a viver dedicando-se apenas à deusa, ao cuidado de seus animais e outras criaturas da floresta, do templo e da espada que recebera de Freya, chamada Deithwen, que na língua antiga significa Chama Branca.
Notes: informações básicas
 Música: Anilah — Warrior TAG: RPGistas interessados. Tendência: Leal e Boa.
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Yngvild Thormundottir

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